domingo, 25 de julho de 2010

Zé Reinaldo recebe apoio do sindicalista Aníbal Lins em Imperatriz

O presidente licenciado do Sindjus-MA, Aníbal Lins, candidato a deputado estadual pelo PC do B, declarou apoio à candudatura de José Reinaldo Tavares (PSB) ao Senado pelo Maranhão.

A adesão foi confirmada na noite de anteontem durante reunião na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Imperatriz com servidores de Justiça de várias comarcas da região tocantina. Na ocasião, o ex-governador falou de suas propostas e compromissos como senador.





Zé Reinaldo sempre esteve com o Flávio e hoje, sem dúvida alguma, é uma opção extraordinária, benéfica para o nosso povo e para a política do nosso estado. Ele que tem como suplente uma companheira trabalhadora rural, a Socorro Nascimento, e o Sérgio Matos, do PPS”, disse Lins (foto acima) em apoio a Zé Reinaldo.

O ex-governador falou do caos vivido pela política no Maranhão, citando as propagandas do atual governo. “É uma propaganda que não acaba, fantástica, produzida pelo Duda Mendonça. A propaganda ficou tão bonita que todo mundo queria viver nela, porque fora dela não tem nada. Atualmente a educação, a saúde, a segurança, tudo está abandonado”, criticou.

Em relação à construção de hospitais, Tavares lembrou que até agora apenas um foi entregue, mas logo parou o atendimento por falta de estrutura material e pessoal.

Zé Reinaldo homenagea Mané da Conceição

O líder camponês Manoel da Conceição, uma das maiores expressões em defesa na reforma agrária do Brasil, completou ontem 75 anos e recebeu homenagens dos candidatos da coligação "Muda Maranhão".

As demonstrações de carinho ao homem que ajudou a construir PT aconteceram durante um almoço comemorativo no Centro de Estudos de Trabalhador Rural (Centru), na cidade de João Lisboa.

O ex-governador do Maranhão, José Reinaldo Tavares (PSB), esteve junto com Flávio Dino (PCdoB), visitando o aniversariante e disse ser admirador da segurança e determinação de Manoel.

Manoel Conceição Santos, o Mané, como prefere ser tratado, foi lembrado por ser fonte de inspiração da luta dos trabalhadores rurais do país, pelo seu empenho em ajudar a construir um dos maiores partidos de esquerda do Brasil e, também, por incentivar o movimento de resistência contra a ditadura.

Falar de Manoel da Conceição emociona. Ele começou essa luta gigantesca e só nos cabe homenageá-lo. Estive na greve de fome, que comoveu todos nós e vi sua segurança e determinação. Um homem entregue completamente a uma luta, uma ideologia. Ele luta e sabe que é difícil porque sofreu com ela. É esse homem incomparável, essa legenda que temos que homenagear”, disse Zé Reinaldo ao aniversariante.

O ex-governador do estado assumiu um compromisso com Manoel da Conceição se eleito Senador pelo Maranhão. “Se tiver recebido a vontade do povo do Maranhão, continuaremos esta luta para reduzir os níveis de pobreza do nosso estado. Todos que querem essa mudança temos o Manoel como símbolo, amigo, conselheiro e patrono”, disse Zé Reinaldo.

Emocionado, Manoel da Conceição citou a importância de manter-se engajado nos movimentos de melhorias sociais.

Quem entra em uma guerra tem que permanecer firme. Nós temos a missão de despertar quem ainda não despertou, disso depende a libertação de todos nós. É preciso que desde criança já se saiba que existe essa luta de libertação”, destacou Mané.

Apesar da idade e limitações físicas, Manoel disse que não pretende abandonar tão cedo seus ideais. “Quero continuar andando junto nessa guerra e luta que ainda existe. Já chega de ver tudo se destruir e não fazermos nada”, afirmou.

Atualmente Mané mora no oeste do Maranhão, em Imperatriz. Ele coordena a organização o Centru, fundada em 1985. O espaço é destinado a realização de encontros e seminários de trabalhadores rurais situado no município de João Lisboa.

Lobão e aliados montam esquema para ter domínio sobre Serra Pelada

Na postagem anterior por engano só publquei uma parte da matéria do Estadão de hoje que investiga a atuação do ex-ministro Édison Lobão na tentativa de reabrir o garimpo de Serra Pelada e entregar a exploração do ouro para uma empresa mineradora canadense, a Colossus.

Leia agpra a outra matéria de autoria dos jornalistas Leonêncio Nossa e Rodrigo Rangel, de o "Estado de S.Paulo":


"Projeto de retomada da exploração do garimpo ganhou força quando senador esteve no comando do Ministério de Minas e Energia, e envolve um emaranhado de empresas abertas no Brasil e no Canadá, além de pagamentos suspeitos a cabos eleitorais

Uma operação articulada pelo senador e ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão está por trás do projeto de retomada da exploração de ouro no lendário garimpo de Serra Pelada, no sul do Pará.

A operação envolve pagamentos suspeitos a cabos eleitorais de Lobão e um emaranhado de empresas - algumas de fachada - abertas no Brasil e no Canadá.

O projeto de retomada da exploração do garimpo ganhou força quando Lobão esteve no comando do ministério, de janeiro de 2008 a março deste ano.

Com aval do governo, a exploração será feita pela Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral, empresa criada a partir de um contrato entre a desconhecida Colossus Minerals Inc., com sede em Toronto, no Canadá, e a Cooperativa dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), que reúne 40 mil garimpeiros e detém os direitos sobre a mina.

Este ano, por duas vezes o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a programar visita a Serra Pelada para anunciar a reabertura do garimpo. Mas as duas viagens foram canceladas de última hora.

Nas palavras de um auxiliar do presidente, a desistência se deu porque o Planalto avaliou que o acordo com a Colossus é prejudicial aos garimpeiros. "Os leões querem ficar com todo o ouro", disse o assessor.

Por ordem da presidência, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e o ministério tiveram de firmar um termo de compromisso com a Colossus em que a empresa canadense se compromete a ajustar cláusulas do contrato com potencial de prejuízo aos garimpeiros. Até o fechamento desta edição nada havia mudado.

Como senador e depois como ministro, Lobão atuou pessoalmente em várias frentes, dentro e fora do governo, para possibilitar o negócio. Primeiro, operou para formalizar a Coomigasp como proprietária do garimpo.

Nos bastidores, ainda em 2007, como senador, Lobão atuou para conseguir que o governo federal convencesse a Vale, até então detentora da mina, a transferir à cooperativa seus direitos de exploração de ouro e outros metais nobres em Serra Pelada.

A Vale submeteu a proposta a seu conselho de administração, que concordou em atender ao pedido de Brasília e, em fevereiro de 2007 assinou um "termo de anuência" repassando à cooperativa dos garimpeiros o direito de explorar a mina principal.

No ano passado, já com Lobão ministro, o governo fez nova gestão em favor do negócio e obteve da Vale os direitos sobre mais 700 hectares de Serra Pelada.

Ao Estado, o secretário de Geologia e Mineração, Claudio Scliar, que elogia o desempenho de Lobão na condução da reabertura de Serra Pelada, admitiu ser amigo de geólogos brasileiros que integram o comando da Colossus, como Pérsio Mandetta, Darci Lindenmeyer e Augusto Kishida. "O Darci chegou a ser meu chefe no passado", diz.

Controle

Garantido formalmente o direito da Coomigasp de operar no garimpo, Lobão lançou outra ofensiva. Desta vez, para tomar o controle da cooperativa. Num processo conturbado, marcado por ações judiciais e violência, garimpeiros do Maranhão ligados ao ex-ministro conseguiram assumir a Coomigasp.

É justamente nessa época que surge a Colossus. A proposta de contrato com a empresa foi aprovada a toque de caixa pelos associados da cooperativa. Pelo acerto, a Colossus entra com capital e tecnologia e a cooperativa cede seus direitos sobre a mina.

Pesquisas autorizadas pelo DNPM indicam haver pelo menos 20 toneladas de ouro no subsolo de Serra Pelada. Geólogos com acesso às sondagens mais recentes afirmam, porém, que a quantidade pode passar de 50 toneladas.

O potencial de sucesso da mina é a principal razão da trama. Um ex-funcionário do gabinete de Lobão no Senado encarregou-se de articular e defender o contrato com a Colossus. Antonio Duarte, que se apresenta como assessor do ex-ministro, chegou a criar uma entidade, a Associação Nacional dos Garimpeiros de Serra Pelada (Agasp-Brasil), para funcionar como linha auxiliar da Coomigasp na defesa do consórcio.

No escritório em Brasília que serve como sede da Agasp e sucursal da Coomigasp, fotos de Lobão na parede evidenciam a relação de proximidade entre o ex-ministro e os encarregados de tocar o negócio com a empresa canadense.

"Quem é contra esse projeto é contra os garimpeiros", diz Raimundo Nonato Ramalho, de 77 anos, vice-presidente da Agasp, apontando para um dos quadros de Lobão. "Esse aí é o nosso patrono, o melhor ministro de Minas e Energia que o Brasil já teve porque conseguiu reabrir Serra Pelada."

Antônio Duarte, o presidente da associação, não é o único egresso do Senado. Na joint venture surgida da associação da Colossus com a Coomigasp, há outro ex-funcionário da Casa, o advogado Jairo Oliveira Leite. Também ligado a Lobão, Leite representa a cooperativa de garimpeiros na direção da companhia.

Além de facilitar o negócio a partir do cargo, o ex-ministro e candidato à reeleição ao Senado chegou a participar pessoalmente das articulações em torno do negócio. O Estado teve acesso a um vídeo que mostra Lobão, no ministério, reunido com representantes da Colossus e da Coomigasp para tratar da parceria.

Lama

Apesar do discurso de que o consórcio com a Colossus traria bons resultados, o texto inicial do contrato firmado entre a cooperativa e a empresa canadense já indicava prejuízo para os garimpeiros: eles ficam, literalmente, com a lama da mina e com uma fatia menor do lucro.

A Colossus já entrou na sociedade com 51% de participação na nova empresa. A Coomigasp ficou com 49%. Pouco depois, sempre com a anuência dos diretores da cooperativa ligados a Lobão, a Colossus conseguiu ampliar sua participação para 75%."

Edison Lobão quer entregar a exploração de ouro em Serra Pelada para mineradora canadense

A manchete principal da capa do jornal "Estado de São Paulo", de hoje é: "Lobão montou esquema para reabrir e explorar Serra Pelada".

O ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, atual senador que postula a reeleição pelo PMDB do Maranhão, sempre foi defensor do capital estrangeiro no Brasil.

Sua postura política como jornalista, na Câmara Federal e no Senado sempre foi contra os interesses nacionais e na defesa da maior liberdade de ação do capital estrangeiro no país.

Agora Lobão se superou ao pretender entregar a exploração das 50 toneladas de ouro que ainda restam no garimpo de Serra Pelada para uma empresa multinacional canadense, de nome "Colossus".

Matéria assinada pelos jornalistas Leonencio Nossa e Rodrigo Rangel afirma que uma operação articulada por Lobão está por trás do projeto de retomada da exploração de ouro no lendário garimpo de Serra Pelada, no sul do Pará.




A operação envolve pagamentos suspeitos a cabos eleitorais de Lobão (veja à esquerda cópia da capa da edição de hoje do jornal "O Estado de São Paulo", com a manchete principal com Lobão) e um emaranhado de empresas - algumas de fachada - abertas no Brasil e no Canadá.





Leiam a matéria do Estadão:

"O projeto de retomada da exploração do garimpo ganhou força quando Lobão esteve no comando do ministério, de janeiro de 2008 a março deste ano. Com aval do governo, a exploração será feita pela Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral, empresa criada a partir de um contrato entre a desconhecida Colossus Minerals Inc., com sede em Toronto, no Canadá, e a Cooperativa dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), que reúne 40 mil garimpeiros e detém os direitos sobre a mina.

Este ano, por duas vezes o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a programar visita a Serra Pelada para anunciar a reabertura do garimpo. Mas as duas viagens foram canceladas de última hora. Nas palavras de um auxiliar do presidente, a desistência se deu porque o Planalto avaliou que o acordo com a Colossus é prejudicial aos garimpeiros. "Os leões querem ficar com todo o ouro", disse o assessor.

Por ordem da Presidência, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e o ministério tiveram de firmar um termo de compromisso com a Colossus em que a empresa canadense se compromete a ajustar cláusulas do contrato com potencial de prejuízo aos garimpeiros. Até o fechamento desta edição nada havia mudado.

Como senador e depois como ministro, Lobão atuou pessoalmente em várias frentes, dentro e fora do governo, para possibilitar o negócio. Primeiro, operou para formalizar a Coomigasp como proprietária do garimpo.

Nos bastidores, ainda em 2007, como senador, Lobão atuou para conseguir que o governo federal convencesse a Vale, até então detentora da mina, a transferir à cooperativa seus direitos de exploração de ouro e outros metais nobres em Serra Pelada. A Vale submeteu a proposta a seu conselho de administração, que concordou em atender ao pedido de Brasília e, em fevereiro de 2007 assinou um "termo de anuência" repassando à cooperativa dos garimpeiros o direito de explorar a mina principal.

No ano passado, já com Lobão ministro, o governo fez nova gestão em favor do negócio e obteve da Vale os direitos sobre mais 700 hectares de Serra Pelada.

Ao Estado, o secretário de Geologia e Mineração, Claudio Scliar, que elogia o desempenho de Lobão na condução da reabertura de Serra Pelada, admitiu ser amigo de geólogos brasileiros que integram o comando da Colossus, como Pérsio Mandetta, Darci Lindenmeyer e Augusto Kishida. "O Darci chegou a ser meu chefe no passado", diz.

Garantido formalmente o direito da Coomigasp de operar no garimpo, Lobão lançou outra ofensiva. Desta vez, para tomar o controle da cooperativa. Num processo conturbado, marcado por ações judiciais e violência, garimpeiros do Maranhão ligados ao ex-ministro conseguiram assumir a Coomigasp.

É justamente nessa época que surge a Colossus. A proposta de contrato com a empresa foi aprovada a toque de caixa pelos associados da cooperativa. Pelo acerto, a Colossus entra com capital e tecnologia e a cooperativa cede seus direitos sobre a mina. Pesquisas autorizadas pelo DNPM indicam haver pelo menos 20 toneladas de ouro no subsolo de Serra Pelada. Geólogos com acesso às sondagens mais recentes afirmam, porém, que a quantidade pode passar de 50 toneladas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo."


sábado, 24 de julho de 2010

Jackson irá a Dom Pedro amanha e receberá lideranças políticas e comunitárias na segunda-feira

Conheça a agenda do candidatoa governdor do PDT para os próximos dois dias:

(DOMINGO 25/07)

16h - Participa da inauguração do comitê de campanha da candidata a Deputada Estadual Graça Paz (PDT) na cidade de Dom Pedro e se reúne com lideranças de 10 municípios da região.

(SEGUNDA 26/07)

16h - Atende lideranças dos municípios de Grajaú e Parnarama, na sede do comitê de campanha em São Luís.

17h - Recebe lideranças do município de Pedro do Rosário.

18h - Se reúne com lideranças da área Itaqui-Bacanga.

Zé Reinaldo recebe apoios na região tocantina

O ex-governador Zé Reinaldo (PSB) recebeu apoios importantes na região tocantina.

A candidata a deputada federal, Terezinha Fernandes (PT), o caracterizou como peça fundamental para mudança política no estado. “Zé Reinaldo é um símbolo que representa um marco na política do Maranhão por ter rompido com aqueles que atrasaram o estado. Ele teve coragem, força e discernimento, motivo pelo qual levantamos sua bandeira de luta. Foi ele que nos renovou as esperanças e é fundamental que seja eleito senador”, opinou.

Terezinha acrescentou ainda a grande aceitação de Tavares pelo Maranhão. “Por isso convido a todos para vestirem a camisa, pois será um senador do povo maranhense que lutará por nós no Senado”, disse concluindo a fala.

Em Montes Altos, Zé Reinaldo foi lembrado por sua coragem de romper com o atraso e desejo de mudança na história do estado. A reunião foi organizada pelo ex-candidato a prefeito do município, Edilson Brito (PSB).

Brito lembrou ser este um momento essencial para mudança e esperança dos maranhenses. “É o momento que os candidatos estão se apresentando para a base da campanha, que é a população. Com certeza Montes Altos estará engajada na campanha de Zé Reinaldo e Flávio Dino”, comentou.

Ele alertou ainda a população para não se impressionar com pesquisas de intenção de votos divulgadas nesse início de campanha. “São fictícias, pois se realmente fosse feita uma consulta popular, no corpo a corpo, Flávio Dino estaria ainda mais destacado, contradizendo o que já foi divulgado”, disse.


O ex-governador do estado, Zé Reinaldo, disse estar feliz pelo retorno a Montes Altos, agradecendo também pelo apoio de Edilson Brito. “O Maranhão está no momento de romper com o passado que tanto atrasa o estado”, disse.

Além desses, estavam presentes o candidato a governador, Flávio Dino, e sua vice Miosótis Lúcio, bem como Rose Barros, candidata a deputada estadual (PCdoB), Adonilson Lima e Miramar Fernandes, candidato a deputado federal (PCdoB), além do ex-vereador e líder comunitário Corimã, Nice, vice-presidente do PT local, o vice-prefeito Nil Gomes e o candidato a deputado estadual Aníbal Lins.


Várias lideranças políticas destacaram a importância da eleição de Flávio Dino (PCdoB) ao governo do Estado. O presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Marcelo Tavares, disse sentir-se honrado por fazer parte do movimento de mudança no estado. “Todos vamos fazer Flávio Dino o próximo governador por um processo que vem do povo, da base, e demonstra um caráter legítimo e transformador. É nesse momento de mudança que elegeremos Flávio governador e os nossos senadores, Zé Reinaldo e professor Adonilson”, sentenciou.

A candidata a deputado federal pelo PSB, Alexandra Tavares, lembrou a luta de Zé Reinaldo contra a oligarquia, bem como por sua determinação em mostrar que outro candidato, além de Roseana, poderá ser eleito governador. “O povo está contra a família Sarney, por retirarem a liberdade de votação. O grupo vai perder seu posto e teremos uma eleição vitoriosa”, acredita.

Toda solidariedade ao jornalista Itevaldo Júnior

Sobre todos os aspectos a censura ao blog d0 jornalista Itevaldo Junior, 37, remete o Maranhão aos tempos da Idade Média onde só as idéias aceitas pela Igreja Católica escapavam da sanha da Santa Inquisição.

É certo que hoje não temos mais mortes na fogueira ou torturas bárbaras para se confessar os delitos, mas a decisão do juiz Alexandre Lopes de Abreu, diretor do Fórum José Sarney e titular da 6.ª Vara Cível de censurar o blog de Itevaldo, nivela o Maranhão ao Haiti e Serra Leoa, republiquetas da América Latina e da África onde os direitos humanos e a liberdade de imprensa são desconhecidas.

O juiz Nemias Carvalho em 31 de Julho de 1995 mandou revogar o pedido de prisão contra Leir Coelho do Vale, acusada de homicídio e estava foragida.

No ano seguinte, em 1996, o juiz e Leir fecharam um negócio excelente para Carvalho. Ele adquiriu de Leir uma fazenda com 101,19 hectares pelo preço de R$ 5.000,00, numa área disputada por criadores de gado.

Segundo corretores imobiliários da região um hectare de terra custa entre R$ 2 a R$ 4 mil. Itevaldo apenas descreveu em seu blog a estranhíssima negociação de pai para filha, ou melhor, de ré para juiz.

Detalhe final da corajosa matéria de Itevaldo: o processo contra Leir continua paralisado até hoje hibernando em alguma gaveta empoeirada da justiça maranhense.

Minha total solidariedade ao jornalista Itevaldo Júnior e só não publiquei antes esta matéria porque não me senti muito bem ontem à noite depois de uma sessão de hemodiálise.