sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Edson Vidigal cobra nomeação de juizes de paz nas eleições

O candidato ao Senado Edson Vidigal (PSDB), da coligação O Povo è Maior, cobrou hoje em Imperatriz que os municípios do Maranhão comecem a partir das próximas eleições municipais a eleger seus juízes de paz, previstos pela constituição, mas ignorados pelos legisladores. O ministro explicou que em nenhum Estado do país existe o juiz de paz, porque nunca ninguém cuidou de fazer essa lei.

Os juízes de paz são pessoas eleitas democraticamente pela população, que tem como função supervisionar aquilo que poderíamos chamar de mesas de conciliação , algo aproximado das ações dos conselhos de cidadania implantados no governo Jackson Lago.

“Nós temos que buscar a paz dos bairros, a paz da ruas, das cidades porque a paz é o melhor remédio contra a guerra contra os discêncios, contra os desentendimentos e uma forma inicial de se buscar essa paz é através deste conciliador que foi previsto pela constituição, mas nunca instituído por nossas leis”,  afirmou Vidigal

O ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça explicou que a partir da eleição deste Juiz, o passo seguinte seria a abertura de mesas de conciliação e discussões em uma bancada formada pela união demoradores, por pessoas indicadas pelo ministério público treinadas sobre a supervisão de alguém justamente eleito pela população, que seria no caso o juiz de paz.

“Essa determinação está na constituição há 22 anos e ninguém nunca resolveu abrir uma discussão sobre o assunto, meu papel no Senado será este, de lutar por leis mais justas e honestas e melhorar aquelas que já foram criadas, eu vou futucar nisso vou levantar e vou abrir uma mesa de discussão para as pessoas terem maior acesso a justiça”, comprometeu-se Vidigal.

O ministro se mostrou confiante na vitória no dia 03 de outubro e ainda fez uma referência a decisão do Tribunal Superior Eleitoral de ter mantido a candidatura de seu companheiro Jackson Lago (PDT) ao governo.

“Nunca tivemos dúvida que o Jackson é ficha limpa. Quando começamos a campanha em julho eu e o Jackson tínhamos a certeza que o nosso único trunfo era o povo e o seu desejo de mudança para sair da miséria e dos problemas sociais que os atinge.”, finalizou.

Dirigentes sindicais da educação lançam manifesto em apoio a Zé Reinaldo

 

As coordenações da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra) e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de 3º Grau no Estado do Maranhão (Sintema) divulgaram ontem um manifesto em que declaram todo apoio à candidatura de José Reinaldo Tavares (PSB) ao Senado Federal para representar o Maranhão. O documento defende o ex-governador pela postura coerente no fortalecimento de políticas para o sistema nacional de educação.

 
Os profissionais da educação que assinam a carta refletem a política educacional brasileira estando com um déficit herdado de governos descompromissados com o fortalecimento do Estado e das políticas públicas. “É necessário dar prioridade de fato e de direito às políticas públicas educacionais para transformá-la em um instrumento estratégico para o desenvolvimento e soberania do nosso país”, cita o texto.
 
Ainda no documento, Zé Reinaldo é situado como companheiro que sempre ajudou as lideranças nas histórias de lutas e conquistas dos trabalhadores da educação, em todos os níveis e modalidades.

“Sua história como militante da educação legitima sua candidatura. A construção de sua trajetória na luta o credencia para representar seu Estado e o Brasil no Senado Federal. Sua postura coerente com essa orientação política será estratégica para a apresentação e defesa de projetos de lei relacionados à educação, valorizando o trabalhador da educação, fortalecendo o sistema nacional de educação, em defesa dos direitos dos quilombolas, das minorias, dos índios e das mulheres. O companheiro Zé Reinaldo será um parlamentar, cujo perfil comprovará e reforçará a sua trajetória iniciada na militância, como educador e como homem público, comprometido acima de tudo com a luta em defesa dos direitos da cidadania”, diz o manifesto.
 
A declaração de apoio à candidatura ao Senado diz representar um movimento natural e justo nesse caminho político, comprometido com as transformações sociais desse país, rumo à construção de outro Brasil, mais justo, menos desigual e com oportunidades para todos. O documento é assinado pela coordenadora de Aposentados da Fasubra Maranhão, Maria das Graças Freire, bem como por José Costa, Genésio, Sônia Baldez, Raimundo Lago, da regional do Sintema.

Mensagem de Jackson Lago ao povo maranhense

"Volto a disputar mais uma campanha, movido por uma obrigação moral.

A obrigação moral com mais de um milhão e quatrocentos mil maranhenses que confiaram seu voto em mim, na última eleição.

Preparei-me para governar por quatro anos, mas meu governo foi violentamente interrompido por um golpe judicial. Um golpe contra a vontade popular. Além de me tirar do governo, tentaram destruir minha honra, com mentiras e calúnias.

Tentaram fazer você acreditar que meu governo nada realizou.

Uma mentira e uma injustiça.

Querem comparar dois anos do meu Governo com os dez anos da Sra. Sarney.

Na história do Maranhão, ninguém teve como ela, tanto tempo para governar, tanto apoio para realizar, e fez tão pouco.

Eu governei apenas dois anos e mesmo assim, deixei obras em todos os rincões do Estado. Obras conveniadas, construídas em parceria com os municípios.

Construí o primeiro hospital de urgência e emergência do interior do Estado. Por que eles não fizeram nesses 40 anos de domínio político? 

Eu sou candidato porque tenho as mãos limpas e o sonho de transformar o Maranhão.

Quero ser julgado pelo povo de minha terra. Quero ser julgado por um mandato completo. Porque só o povo é juiz dos políticos. Porque o povo é maior.
 
Jackson Lago"

Jackson Lago encerrou atividades com grande caminhada no centro de São Luís

 
Jackson Lago (PDT), candidato ao governo do estado pela coligação “O Povo é Maior” (PSDB-PDT-PTC), repetiu a tradição das eleições anteriores das quais participou realizando uma caminhada pelo centro histórico de São Luís como atividade do final da campanha eleitoral.

No final da tarde de ontem Jackson Lago se juntou aos milhares de militantes de partidos da coligação e à população que o apoio na Praça João Lisboa onde teve início o ato público da campanha do pedetista pelo retorno ao Palácio dos Leões.

Durante o percurso do Arrastão do 12 pela Rua Grande o candidato ao governo recebeu inúmeras manifestações de apoio. Ao lado da mulher, Clay Lago, Jackson cumprimentou as pessoas que afirmavam ter confiança que estará no segundo turno das eleições no Maranhão.


Jackson Lago fez caminhada ontem à tarde pela rua Grande no centro de São Luís ao lado da esposa Clay Lago e de vários candidatos a deputado estadual, deputado federal e a senador


Ainda abalado com o trágico acidente envolvendo um helicóptero pela manhã na cidade de Imperatriz que resultou na morte do piloto Luiz Alvez Quinta, 50 anos, Jackson Lago preferiu seguir com a comitiva até a Praça Deodoro, mas não realizou o comício de encerramento. Antes lamentou a tragédia que vitimou Quinta em discurso na Praça João Lisboa.

O helicóptero que explodiu depois de cair em um terreno próximo ao conjunto Nova, em Imperatriz, estava sendo utilizado pela coligação “O Povo é Maior” nos últimos dias.

O vereador Ivaldo Rodrigues, vice-presidente municipal do PDT, durante discurso na Praça Deodoro pediu providências por parte das autoridades policiais diante das características suspeitas do acidente. “Acredito que o doutor Jackson Lago pode ter sido quase vítima de um atentado”, afirmou Rodrigues. Jackson Lago esteve durante os dois últimos dias cumprindo agenda na região Tocantina.  Ontem pela manhã ele tinha programada uma carreata no município de Balsas. Era intenção de a comitiva fazer o trajeto entre Imperatriz e Balsas utilizando de aeronaves. O helicóptero do modelo Robinson R44 que explodiu transportou em algumas ocasiões candidatos da coligação durante campanha.

Agenda de Jackson Lago, do PDT, para hoje, sexta-feira, e domingo

 

01 de outubro de 2010 (sexta-feira):


15h – Carreata com concentração na Praça Maria Aragão em São Luís.
 


03 de Outubro (domingo):



8h30 - Jackson Lago vota no Colégio Divina Pastora, na Avenida Santos Dumont, no bairro do Anil, em São Luís,na 10.ª Zona eleitoral, na seção de n.° 008

Jackson Lago tenta recuperar o tempo perdido

O atraso do julgamento da ação que pedia a cassação do registro da candidatura do ex-governador Jackson Lago no Tribunal Superior Eleitoral pode ter sido fatal para a campanha eleitoral do pedetista.

A ação contra Jackson estava há pelo menos vinte dias no TSE esperando pauta para ser julgada. Ninguém me tira da cabeça que essa demora na definição jurídica de Jackson Lago atendeu em cheio aos interesses de José Sarney e de sua filha Roseana em criar dificuldades para a campanha pedetista deslanchar no Maranhão.

Nunca se viu antes no nosso Estado uma campanha eleitoral de um candidato eleitoralmente forte como é o caso de Jackson Lago com tantas dificuldades financeiras para viajar, confeccionar materiais de propaganda, alugar carros de som e ter recursos suficientes para produzir um programa eleitoral gratuito de TV e Rádio de qualidade.

Além de não ter conseguido captar doações financeiras para sua campanha eleitoral que ficou meio engessada por falta de recursos, a imagem de Jackson Lago foi manchada diariamente, apresentando-o como ficha suja, desde o período das convenções partidárias em julho pelas emissoras de televisão, estações de rádios e jornais de propriedade do Sistema Mirante/Mentira de Comunicação e de aliados como Lobão e sua rede Difusora/SBT.

Além das maledicências espalhadas por Sá, D’Eça, Caio Hostílio e outros pistoleiros da caneta associados, Jackson sofreu também um ataque frontal de seu principal adversário no campo oposicionista, Flávio Dino, que o pressionou várias vezes para retirar sua candidatura e afirmou na campanha da TV do PC do B, que ele, Flávio, era ficha limpa e que se ganhasse a eleição, ninguém tomaria dele.

Faltando dois dias para as eleições, depois de ter sido considerado ficha limpa pelo TSE, Jackson Lago passou para a ofensiva dando entrevistas em rádios, organizando carreatas por todo o Maranhão, divulgando a decisão do TSE em carros de som e distribuindo milhões de panfletos por todas as regiões do Estado.

Muita gente que queria votar em Jackson Lago, passou a optar pelo nome de Flávio Dino, por achar que Jackson não conseguiria liberar sua candidatura na Justiça Eleitoral.

Outros eleitores acabaram escolhendo a própria Roseana Sarney, influenciados pela história contada pela rádio peão em todo o Maranhão que José Sarney seria invencível no tapetão da Justiça Eleitoral.

Daqui para domingo Jackson tem a missão árdua de informar à maioria dos mais de quatro milhões de eleitores maranhenses que a justiça eleitoral em Brasília decidiu que ele é ficha limpa e que os maranhenses podem votar nele sem susto, pois ele está completamente liberado para disputar as eleições de governador depois de amanhã.

A situação lembra um pouco as eleições de 1994, quando José Sarney mentiu no jornal de sua família e armou uma denúncia contra o então candidato de oposição a Roseana Sarney, Epitácio Cafeteira.

Na época Sarney acusou Cafeteira de ter assassinado o operário Reis Pacheco, da Cia. Vale do Rio Doce, por este ter atropelado e matado o genro de Cafeteira, Hilton Rodrigues. Os correligionários de Cafeteira localizaram Reis Pacheco morando no Amapá e gravaram um depoimento com ele inocentando Cafeteira.

O depoimento seria mostrado no último dia do horário gratuito na TV antes da eleição, mas simplesmente a TV Mirante, que gerava o programa naquelas eleições, cortou o sinal da TV para o interior e só a população da ilha de São Luís foi votar sabendo que Reis Pacheco estava vivo.

Na semana anterior à eleição de 1994, aviões contratados pela família Sarney distribuíram mais de dois milhões de panfletos em todo o Estado acusando Cafeteira de assassino e de ter ocultado o cadáver de Reis Pacheco, que estava vivinho da Silva no Amapá.

Será a corrida do pequeno Davi (Jackson) contra o gigante Golias (Sarney, TV Mirante, rádio peão, etc e tal).

Jackson Lago tenta recuperar o tempo perdido

O atraso do julgamento da ação que pedia a cassação do registro da candidatura do ex-governador Jackson Lago no Tribunal Superior Eleitoral pode ter sido fatal para a campanha eleitoral do pedetista.

A ação contra Jackson estava há pelo menos vinte dias no TSE esperando pauta para ser julgada. Ninguém me tira da cabeça que essa demora na definição jurídica de Jackson Lago atendeu em cheio aos interesses de José Sarney e de sua filha Roseana em criar dificuldades para a campanha pedetista deslanchar no Maranhão.

Nunca se viu antes no nosso Estado uma campanha eleitoral de um candidato eleitoralmente forte como é o caso de Jackson Lago com tantas dificuldades financeiras para viajar, confeccionar materiais de propaganda, alugar carros de som e ter recursos suficientes para produzir um programa eleitoral gratuito de TV e Rádio de qualidade.

Além de não ter conseguido captar doações financeiras para sua campanha eleitoral que ficou meio engessada por falta de recursos, a imagem de Jackson Lago foi manchada diariamente, apresentando-o como ficha suja, desde o período das convenções partidárias em julho pelas emissoras de televisão, estações de rádios e jornais de propriedade do Sistema Mirante/Mentira de Comunicação e de aliados como Lobão e sua rede Difusora/SBT.

Além das maledicências espalhadas por Sá, D’Eça, Caio Hostílio e outros pistoleiros da caneta associados, Jackson sofreu também um ataque frontal de seu principal adversário no campo oposicionista, Flávio Dino, que o pressionou várias vezes para retirar sua candidatura e afirmou na campanha da TV do PC do B, que ele, Flávio, era ficha limpa e que se ganhasse a eleição, ninguém tomaria dele.

Faltando dois dias para as eleições, depois de ter sido considerado ficha limpa pelo TSE, Jackson Lago passou para a ofensiva dando entrevistas em rádios, organizando carreatas por todo o Maranhão, divulgando a decisão do TSE em carros de som e distribuindo milhões de panfletos por todas as regiões do Estado.

Muita gente que queria votar em Jackson Lago, passou a optar pelo nome de Flávio Dino, por achar que Jackson não conseguiria liberar sua candidatura na Justiça Eleitoral.

Outros eleitores acabaram escolhendo a própria Roseana Sarney, influenciados pela história contada pela rádio peão em todo o Maranhão que José Sarney seria invencível no tapetão da Justiça Eleitoral.

Daqui para domingo Jackson tem a missão árdua de informar à maioria dos mais de quatro milhões de eleitores maranhenses que a justiça eleitoral em Brasília decidiu que ele é ficha limpa e que os maranhenses podem votar nele sem susto, pois ele está completamente liberado para disputar as eleições de governador depois de amanhã.

A situação lembra um pouco as eleições de 1994, quando José Sarney mentiu no jornal de sua família e armou uma denúncia contra o então candidato de oposição a Roseana Sarney, Epitácio Cafeteira.

Na época Sarney acusou Cafeteira de ter assassinado o operário Reis Pacheco, da Cia. Vale do Rio Doce, por este ter atropelado e matado o genro de Cafeteira, Hilton Rodrigues. Os correligionários de Cafeteira localizaram Reis Pacheco morando no Amapá e gravaram um depoimento com ele inocentando Cafeteira.

O depoimento seria mostrado no último dia do horário gratuito na TV antes da eleição, mas simplesmente a TV Mirante, que gerava o programa naquelas eleições, cortou o sinal da TV para o interior e só a população da ilha de São Luís foi votar sabendo que Reis Pacheco estava vivo.

Na semana anterior à eleição de 1994, aviões contratados pela família Sarney distribuíram mais de dois milhões de panfletos em todo o Estado acusando Cafeteira de assassino e de ter ocultado o cadáver de Reis Pacheco, que estava vivinho da Silva no Amapá.

Será a corrida do pequeno Davi (Jackson) contra o gigante Golias (Sarney, TV Mirante, rádio peão, etc e tal).