Recebi uma mensagem hoje de manhã do amigo Palmério Dória falando sobre a notícia que a Folha de São Paulo deu sobre o reconhecimento do filho de FHC, Thomas, de 18 anos, pelo pai.
FHC leva 18 anos para reconhecer filho e Folha faz dele um bom caráter
15/novembro/2009 11:40
A Caros Amigos contou o que a Bergamo sabia
Saiu na primeira página da Folha, em furo de reportagem da colonista (**) Mônica Bergamo.
Depois de dezoito anos, o ex-presidente da República e varão de Plutarco vai reconhecer oficialmente Thomas, filho que teve com jornalista da Globo que cobria o Senado.
A relação amorosa do Senador Fernando Henrique Cardoso com a jornalista da Globo Miriam Dutra era pública e sem recato.Sempre se soube que tiveram um filho.
Nenhum órgão do PiG (***) tratou de Thomas, em dezoito anos.
O argumento – inclusive o da Folha (*) – era comovente: como nenhum dos dois confessa, não é verdade.
O PiG (***) blindou o campeão da Moral e dos Bons Costumes.
Quem tratou disso foi a revista Caros Amigos.
E o Juca de Oliveira que, numa de suas peças, diz abertamente que Fernando Henrique tinha um filho fora do casamento.
Na noite a que assisti, a platéia tucana de um teatro que se incendiou suspirou com irritação maior que o ceticismo.
O furo de reportagem Bergamo é de levar o leitor às lagrimas.
Fernando Henrique aparece como um pai pródigo e generoso, que deu ao filho uma educação exemplar (no exterior).
A jornalista, agora, virtuosa, toma a iniciativa de pedir à Globo para se afastar do pai de seu filho e ir trabalhar fora do país.
A Globo, também altruísta, entende o drama por que passava a memorável repórter e a transfere para um posto de sacrifício: Barcelona.
Coincidentemente, por essa mesma época, o ex-senador resolve se candidatar à Presidência e lá fica por oito anos.
Quando, tomado pela afanosa tarefa de governar o país, não tinha tempo de reconhecer o Thomas.
Passaram-se os anos, a Globo reconheceu o trabalho profícuo da infatigável jornalista e a deslocou para Londres e, agora, Madrid.
Por vinte anos ela ocupa a tela da Globo com reportagens que o amigo navegante não será capaz de olvidar.
Agora que o Farol de Alexandria começa a apagar, quando diminui a possibilidade de voltar ao poder, por conta própria, ou pela mão de pseudo-aliados, o pai reconhece o filho.
É comovente.
A mãe e o pai saem da história da Bergamo como se fossem a Maria e José numa versão pós-moderna.
Os que saem mal da história da Bergamo são o Thomas e a D Ruth.
A D Ruth, porque deveria saber o que todo mundo sabia, e dançou o minueto da dissimulação.
E Thomas, porque teve a ousadia de nascer.
Paulo Henrique Amorim
domingo, 15 de novembro de 2009
São Paulo vence Vitória e se isola na ponta do Brasileirão 2009
Meu São Paulo venceu bem o Vitória ontem por 2 a 0 e se isolou na liderança do Campeonato Brasileiro com 62 pontos.
Como o Atlético MG perdeu para o Coritiba em Curitiba e estacionou nos 56 pontos ganhos e o Cruzeiro só empatou com o Grêmio RS no Mineirão, só falta agora o Flamengo, nosso maior adversário na reta final do campeonato, perder ou empatar hoje no Recife com o Náutico.
Seria um final de rodada espetacular, que começou na quarta passada com o Palmeiras empatando com o Sport em pleno Parque Antártica.
Dos últimos 24 pontos disputados, os porcos só conseguiram seis pontos. Estou na dúvida se será o Murici ou o presidente Gonzaga Belluzo que terá a honra de fechar a tampa da urna mortuária do periquito verde.
Com a vitória do Curitiba, acendeu a luz vermelha para Fluminense, Santo André e Náutico. Se o Botafogo vencer o Grêmio Barueri em São Paulo, o Fluminense poderá ganhar todas as quatro partidas que tem para jogar e ainda assim ser rebaixado.
É o campeonato mais emocionante na era dos pontos ganhos. Registro com pesar o fato dos times do Nordeste do país estarem sendo rebaixados para a série B, série C e série D do campeonato brasileiro de 2009.
Como o Atlético MG perdeu para o Coritiba em Curitiba e estacionou nos 56 pontos ganhos e o Cruzeiro só empatou com o Grêmio RS no Mineirão, só falta agora o Flamengo, nosso maior adversário na reta final do campeonato, perder ou empatar hoje no Recife com o Náutico.
Seria um final de rodada espetacular, que começou na quarta passada com o Palmeiras empatando com o Sport em pleno Parque Antártica.
Dos últimos 24 pontos disputados, os porcos só conseguiram seis pontos. Estou na dúvida se será o Murici ou o presidente Gonzaga Belluzo que terá a honra de fechar a tampa da urna mortuária do periquito verde.
Com a vitória do Curitiba, acendeu a luz vermelha para Fluminense, Santo André e Náutico. Se o Botafogo vencer o Grêmio Barueri em São Paulo, o Fluminense poderá ganhar todas as quatro partidas que tem para jogar e ainda assim ser rebaixado.
É o campeonato mais emocionante na era dos pontos ganhos. Registro com pesar o fato dos times do Nordeste do país estarem sendo rebaixados para a série B, série C e série D do campeonato brasileiro de 2009.
Vendas de Honoráveis Bandidos disparam em todo o Brasil
Acabei de receber uma mensagem eletrônica do jornalista Palmério Dória, informando que o livro “Honoráveis Bandidos – Um retrato da era Sarney no Brasil” já é o terceiro livro mais vendido do Brasil no gênero de não ficção.
HB aparece em 3.º lugar nas listas dos livros mais vendidos publicadas neste final de semana nas revistas semanais Veja e Época e nos jornais “O Estado de São Paulo” e “Folha de São Paulo”.
O livro está se esgotando rápido e o estoque de HB nas prateleiras das principais livrarias brasileiras está sendo reposto com uma velocidade incomum.
Dependendo da vendagem desta semana que se iniciou ontem, sábado, HB poderá surgir no final da semana que vem em 2.º ou mesmo em 1.º lugar.
Contribuiu muito para o incremento das vendas de HB, a ação fascista de um grupo de jovens do PMDB do Maranhão, que tentou impedir o lançamento do livro em São Luís, no sindicato dos Bancários, na noite do último dia 04 de novembro.

Palmério Dória parece estar atordoado diante do assédio de dezenas e dezenas de leitores que disputavam quase no tapa o autógrafo do autor de "Honoráveis Bandidos- Um retrato do Brasil na era Sarney"
No evento um grupo de 15 a 20 jovens recrutados por duas estudantes profissionais, Islane Vieira, da UMES, e Ana Paula Ribeiro, ex-presidente da Fesma e assessora do prefeito Luis Fernando, de São José de Ribamar, jogaram ovos e uma torta doce fria contra a mesa composta pelos jornalistas autores do livro, Palmério Dória e Mylton Severiano, e por mim que dirigia os trabalhos do lançamento do livro.
A reação dos presentes foi imediata e expulsaram os jovens sarneysistas do recinto aos gritos de: “Fora Sarney! Fora Sarney!”.

O auditório do sindicato dos bancários ficou lotado no lançamento de HB
Depois soube que a ação foi organizada no Palácio dos Leões pelo Vice-Governador
João Alberto de Sousa e o supersecretário estadual da Saúde, Ricardo Murad, cunhado da Governadora Sarney, que financiou o grupo de baderneiros.
Estranhamente na hora da confusão no sindicato que fica na Rua do Sol, cinco viaturas da PM do Maranhão estavam estrategicamente estacionadas em uma rua atrás do sindicato, na Rua dos Afogados.
Duas viaturas da PM se dirigiram à porta do sindicato na Rua do Sol e os PM’s perguntavam insistentemente a todos que saiam do local se ainda existia alguns estudantes presos como reféns (sic) dos organizadores do evento e se alguma autoridade ainda se encontrava no local.
O que se sabe é que eles deram um tiro no próprio pé, pois um filme que mostrou a provocação e as agressões dos jovens sarneysistas do PMDB do Maranhão foi parar no Youtube e até hoje já foi visto por mais de 41.600 pessoas em todo o Brasil.
Veja de novo o vídeo postado no Youtube:
O sucesso do lançamento em São Luís foi tão grande que intelectuais, jornalistas, blogueiros , radialistas e lideranças políticas de Caxias, Imperatriz e Pinheiro, terra natal de Sarney, querem a presença de Palmério Dória naquelas cidades para lançar o livro HB.
Além do vídeo, a agressão foi mostrada pela TV Bandeirantes na noite do dia 6 de novembro, nos noticiários dos canais pagos e em sites populares como o da Livraria da Folha, de Marcelo Tás, do CQC, Reinaldo Azevedo, Josias de Sousa e Ricardo Noblat, entre outros.
Como os ex-governadores Jackson Lago e José Reinaldo Tavares estiveram no lançamento e alguns deputados (Domingos Dutra e Domingos Paz) marcaram presença no evento, considero muito estranha essa preocupação dos PM’s na porta do sindicato.
HB reúne todas as condições de ser a maior coqueluche de vendas e presente preferido do amigo oculto do natal de 2009.
Presentear um amigo oculto, um parente ou um amigo ou amiga de todas as horas com o livro HB é uma opção de profundo bom gosto e de compromisso pela redemocratização do Maranhão.
O povo maranhense não suporta mais conviver com tanta injustiça, concentração de riquezas nas mãos de uns poucos abastados e pagar a tarifa de energia elétrica mais cara do Brasil.
E não podemos esquecer que segundo a Polícia Federal, a OCRIM (organização criminosa) liderada pessoalmente pelo empresário Fernando Sarney comanda todos os negócios do setor elétrico nacional.
Está chegando a hora de dar um basta definitvo a esta gente e fazer um acerto de contas histórico pelo voto e democrático com esses honoráveis bandidos que tratam nosso querido Maranhão como feudo e capitania hereditária.
HB aparece em 3.º lugar nas listas dos livros mais vendidos publicadas neste final de semana nas revistas semanais Veja e Época e nos jornais “O Estado de São Paulo” e “Folha de São Paulo”.
O livro está se esgotando rápido e o estoque de HB nas prateleiras das principais livrarias brasileiras está sendo reposto com uma velocidade incomum.
Dependendo da vendagem desta semana que se iniciou ontem, sábado, HB poderá surgir no final da semana que vem em 2.º ou mesmo em 1.º lugar.
Contribuiu muito para o incremento das vendas de HB, a ação fascista de um grupo de jovens do PMDB do Maranhão, que tentou impedir o lançamento do livro em São Luís, no sindicato dos Bancários, na noite do último dia 04 de novembro.

Palmério Dória parece estar atordoado diante do assédio de dezenas e dezenas de leitores que disputavam quase no tapa o autógrafo do autor de "Honoráveis Bandidos- Um retrato do Brasil na era Sarney"
No evento um grupo de 15 a 20 jovens recrutados por duas estudantes profissionais, Islane Vieira, da UMES, e Ana Paula Ribeiro, ex-presidente da Fesma e assessora do prefeito Luis Fernando, de São José de Ribamar, jogaram ovos e uma torta doce fria contra a mesa composta pelos jornalistas autores do livro, Palmério Dória e Mylton Severiano, e por mim que dirigia os trabalhos do lançamento do livro.
A reação dos presentes foi imediata e expulsaram os jovens sarneysistas do recinto aos gritos de: “Fora Sarney! Fora Sarney!”.

O auditório do sindicato dos bancários ficou lotado no lançamento de HB
Depois soube que a ação foi organizada no Palácio dos Leões pelo Vice-Governador
João Alberto de Sousa e o supersecretário estadual da Saúde, Ricardo Murad, cunhado da Governadora Sarney, que financiou o grupo de baderneiros.
Estranhamente na hora da confusão no sindicato que fica na Rua do Sol, cinco viaturas da PM do Maranhão estavam estrategicamente estacionadas em uma rua atrás do sindicato, na Rua dos Afogados.
Duas viaturas da PM se dirigiram à porta do sindicato na Rua do Sol e os PM’s perguntavam insistentemente a todos que saiam do local se ainda existia alguns estudantes presos como reféns (sic) dos organizadores do evento e se alguma autoridade ainda se encontrava no local.
O que se sabe é que eles deram um tiro no próprio pé, pois um filme que mostrou a provocação e as agressões dos jovens sarneysistas do PMDB do Maranhão foi parar no Youtube e até hoje já foi visto por mais de 41.600 pessoas em todo o Brasil.
Veja de novo o vídeo postado no Youtube:
O sucesso do lançamento em São Luís foi tão grande que intelectuais, jornalistas, blogueiros , radialistas e lideranças políticas de Caxias, Imperatriz e Pinheiro, terra natal de Sarney, querem a presença de Palmério Dória naquelas cidades para lançar o livro HB.
Além do vídeo, a agressão foi mostrada pela TV Bandeirantes na noite do dia 6 de novembro, nos noticiários dos canais pagos e em sites populares como o da Livraria da Folha, de Marcelo Tás, do CQC, Reinaldo Azevedo, Josias de Sousa e Ricardo Noblat, entre outros.
Como os ex-governadores Jackson Lago e José Reinaldo Tavares estiveram no lançamento e alguns deputados (Domingos Dutra e Domingos Paz) marcaram presença no evento, considero muito estranha essa preocupação dos PM’s na porta do sindicato.
HB reúne todas as condições de ser a maior coqueluche de vendas e presente preferido do amigo oculto do natal de 2009.
Presentear um amigo oculto, um parente ou um amigo ou amiga de todas as horas com o livro HB é uma opção de profundo bom gosto e de compromisso pela redemocratização do Maranhão.
O povo maranhense não suporta mais conviver com tanta injustiça, concentração de riquezas nas mãos de uns poucos abastados e pagar a tarifa de energia elétrica mais cara do Brasil.
E não podemos esquecer que segundo a Polícia Federal, a OCRIM (organização criminosa) liderada pessoalmente pelo empresário Fernando Sarney comanda todos os negócios do setor elétrico nacional.
Está chegando a hora de dar um basta definitvo a esta gente e fazer um acerto de contas histórico pelo voto e democrático com esses honoráveis bandidos que tratam nosso querido Maranhão como feudo e capitania hereditária.
sábado, 14 de novembro de 2009
A estratégia se Sarney para se eleger governador do Maranhão em 1965
A vitória de José Sarney em 1965, quando ele se tornou governador do Maranhão com apenas 35 anos, foi resultado de um planejamento meticuloso elaborado depois que Sarney escapou da cassação após o golpe militar em março de 1964.
Sarney era deputado federal da UDN desde 1958 e depois de sua reeleição em 1962, ele se aproximou do pessoal da esquerda da UDN, conhecido como integrantes do grupo Bossa Nova.
Faziam parte deste grupo entre outros, os deputados federais Seixas Dória e Ferro Costa, cassados logo após o golpe militar.
Esperto, Sarney embarcou para Belo Horizonte onde foi buscar proteção do governador mineiro, Magalhães Pinto, um dos financiadores e avalistas do golpe militar.
Pinto procurou o Marechal Castelo Branco e lhe disse que Sarney era um político jovem e promissor e que poderia servir muito bem à “revolução militar” de 64. O general presidente respondeu então que se Sarney fizesse um discurso na Câmara Federal exaltando o golpe militar, ele seria perdoado.
Sem pestanejar, Sarney não só fez o discurso como abriu as portas para um relacionamento forte e duradouro que aconteceu por exatos 20 anos, quando Sarney rompeu com o PDS, partido de sustentação da ditadura militar e sucedâneo da ARENA, em 1984 e se filiou ao PMDB para se candidatar a Vice-Presidente da República na chapa de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral.
O candidato natural do PSD de Vitorino Freire e do governador Newton Bello em 1965 seria Renato Archer, filho de governador maranhense Sebastião Archer, de 1946 a 1950.
Sarney tinha que arrumar um jeito de promover a cizânia no PSD e primeiro alvo era inviabilizar a candidatura fortíssima de Renato Archer. Aí começou a fama de político frio e calculista que Sarney possui até hoje.
Sarney comprou uma quantidade enorme de camarão seco, carne de sol e avoante e foi para Quixadá, no Ceará, onde foi levar as guloseimas para a escritora Raquel de Queiróz, que era muito, mas muito amiga do presidente-marechal Castelo Branco.
Em conversa com Raquel, Sarney conseguiu convencê-la que Renato era um homem de esquerda, simpatizante dos comunistas e esperou para ver o que aconteceria.
Tempos depois na primeira visita do Marechal a escritora, Raquel disse a Castelo que o Comandante Renato Archer era um homem muito perigoso para a revolução e que ele, o marechal, não poderia permitir que Archer se tornasse governador do Maranhão.
Algumas semanas mais tarde Castelo Branco encontrou o governador Newton Bello em Belém e lhe perguntou quem era o candidato a sua sucessão para governador do Maranhão. Bello respondeu que era Renato Archer e Castelo perguntou se ele não podia mudar de candidato porque os militares não confiavam em Archer. Não suportando a pressão, Bello cedeu e deixou de apoiar Archer.
O primeiro passo já tinha sido dado e Sarney então se preocupou com os eleitores fantasmas do Maranhão.
Para se ter uma idéia de como as coisas eram naquela época, o chefe político do PSD de Parnarama, na divisa com o Piauí, comprou os negativos de centenas de fotos de um fotógrafo de São Luís e fabricou centenas e centenas de títulos eleitorais fantasmas.
Como que por um encanto centenas de moradores de São Luís viraram eleitores em Parnarama, sem saberem. Como a fraude foi muito grande, alguns nomes conhecidos também tiveram suas fotos utilizadas na grosseira falsificação. Entre estes dois médicos muito conhecidos, o sogro de Sarney, Dr. Carlos Macieira e a médica comunista Maria Aragão.
Para combater esta velha e surrada prática de Vitorino e do PSD, Sarney conseguiu que o TSE ordenasse uma revisão eleitoral no Maranhão.
Como se diz foi uma revisão eleitoral meia boca, onde só os municípios onde o PSD imperava tiveram seus cadastros de leitores revisados na íntegra. Nesta brincadeira cerca de 250 mil títulos foram impugnados e anulados, principalmente onde o governador Newton Bello e o coronel Vitorino tinham maior força eleitoral.
Os municípios que na época já eram simpáticos a Sarney ou onde Sarney tinha apoio de algumas lideranças políticas realizaram revisões eleitorais parciais onde só o eleitorado sob influência do PSD foi revisado.
O segundo passo foi dado e só faltava Sarney deixar claro para os chefes políticos do interior do Estado que ele era o candidato oficialmente apoiado pela “revolução” de 1964.
Sarney pediu e Castelo despachou para o interior do Maranhão cerca de cem oficiais do Exército Brasileiro, entre coronéis, majores, capitães e tenentes. Eles foram a todos os municípios para lembrar aos prefeitos, vereadores e líderes políticos municipais que o presidente Castelo Branco apoiava José Sarney para governador do Maranhão.
O poder de persuasão destes militares era enorme e muitos aderiram de malas e bagagens a Sarney, abandonando a orientação política de Vitorino Freire que dominava a política maranhense desde a década de 40.
Depois houve o rompimento entre o governador Newton Bello, que lançou o ex-prefeito de São Luís, Antônio Eusébio da Costa Rodrigues, como candidato a governador pelo PSD ; e Vitorino Freire que lançou Renato Archer a governador..
Se não houvesse acontecido o golpe militar em março de 1964, o candidato natural da oposição ao PSD teria sido o combativo deputado federal Neiva Moreira. Ele foi cassado pelos militares e diante de um discurso oportunista e oposicionista, muitas lideranças que combatiam historicamente o PSD e o vitorinismo, acabaram ficando sem opção e votaram em Sarney, que se tornou governador do Maranhão aos 35 anos de idade como candidato das oposições.
Entre os militares que estiveram no Maranhão para exigir votos a Sarney, estavam dois jovens oficiais, que logo depois seriam generais de quatro estrelas, João Figueiredo e Dilermando Monteiro.
Sarney era deputado federal da UDN desde 1958 e depois de sua reeleição em 1962, ele se aproximou do pessoal da esquerda da UDN, conhecido como integrantes do grupo Bossa Nova.
Faziam parte deste grupo entre outros, os deputados federais Seixas Dória e Ferro Costa, cassados logo após o golpe militar.
Esperto, Sarney embarcou para Belo Horizonte onde foi buscar proteção do governador mineiro, Magalhães Pinto, um dos financiadores e avalistas do golpe militar.
Pinto procurou o Marechal Castelo Branco e lhe disse que Sarney era um político jovem e promissor e que poderia servir muito bem à “revolução militar” de 64. O general presidente respondeu então que se Sarney fizesse um discurso na Câmara Federal exaltando o golpe militar, ele seria perdoado.
Sem pestanejar, Sarney não só fez o discurso como abriu as portas para um relacionamento forte e duradouro que aconteceu por exatos 20 anos, quando Sarney rompeu com o PDS, partido de sustentação da ditadura militar e sucedâneo da ARENA, em 1984 e se filiou ao PMDB para se candidatar a Vice-Presidente da República na chapa de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral.
O candidato natural do PSD de Vitorino Freire e do governador Newton Bello em 1965 seria Renato Archer, filho de governador maranhense Sebastião Archer, de 1946 a 1950.
Sarney tinha que arrumar um jeito de promover a cizânia no PSD e primeiro alvo era inviabilizar a candidatura fortíssima de Renato Archer. Aí começou a fama de político frio e calculista que Sarney possui até hoje.
Sarney comprou uma quantidade enorme de camarão seco, carne de sol e avoante e foi para Quixadá, no Ceará, onde foi levar as guloseimas para a escritora Raquel de Queiróz, que era muito, mas muito amiga do presidente-marechal Castelo Branco.
Em conversa com Raquel, Sarney conseguiu convencê-la que Renato era um homem de esquerda, simpatizante dos comunistas e esperou para ver o que aconteceria.
Tempos depois na primeira visita do Marechal a escritora, Raquel disse a Castelo que o Comandante Renato Archer era um homem muito perigoso para a revolução e que ele, o marechal, não poderia permitir que Archer se tornasse governador do Maranhão.
Algumas semanas mais tarde Castelo Branco encontrou o governador Newton Bello em Belém e lhe perguntou quem era o candidato a sua sucessão para governador do Maranhão. Bello respondeu que era Renato Archer e Castelo perguntou se ele não podia mudar de candidato porque os militares não confiavam em Archer. Não suportando a pressão, Bello cedeu e deixou de apoiar Archer.
O primeiro passo já tinha sido dado e Sarney então se preocupou com os eleitores fantasmas do Maranhão.
Para se ter uma idéia de como as coisas eram naquela época, o chefe político do PSD de Parnarama, na divisa com o Piauí, comprou os negativos de centenas de fotos de um fotógrafo de São Luís e fabricou centenas e centenas de títulos eleitorais fantasmas.
Como que por um encanto centenas de moradores de São Luís viraram eleitores em Parnarama, sem saberem. Como a fraude foi muito grande, alguns nomes conhecidos também tiveram suas fotos utilizadas na grosseira falsificação. Entre estes dois médicos muito conhecidos, o sogro de Sarney, Dr. Carlos Macieira e a médica comunista Maria Aragão.
Para combater esta velha e surrada prática de Vitorino e do PSD, Sarney conseguiu que o TSE ordenasse uma revisão eleitoral no Maranhão.
Como se diz foi uma revisão eleitoral meia boca, onde só os municípios onde o PSD imperava tiveram seus cadastros de leitores revisados na íntegra. Nesta brincadeira cerca de 250 mil títulos foram impugnados e anulados, principalmente onde o governador Newton Bello e o coronel Vitorino tinham maior força eleitoral.
Os municípios que na época já eram simpáticos a Sarney ou onde Sarney tinha apoio de algumas lideranças políticas realizaram revisões eleitorais parciais onde só o eleitorado sob influência do PSD foi revisado.
O segundo passo foi dado e só faltava Sarney deixar claro para os chefes políticos do interior do Estado que ele era o candidato oficialmente apoiado pela “revolução” de 1964.
Sarney pediu e Castelo despachou para o interior do Maranhão cerca de cem oficiais do Exército Brasileiro, entre coronéis, majores, capitães e tenentes. Eles foram a todos os municípios para lembrar aos prefeitos, vereadores e líderes políticos municipais que o presidente Castelo Branco apoiava José Sarney para governador do Maranhão.
O poder de persuasão destes militares era enorme e muitos aderiram de malas e bagagens a Sarney, abandonando a orientação política de Vitorino Freire que dominava a política maranhense desde a década de 40.
Depois houve o rompimento entre o governador Newton Bello, que lançou o ex-prefeito de São Luís, Antônio Eusébio da Costa Rodrigues, como candidato a governador pelo PSD ; e Vitorino Freire que lançou Renato Archer a governador..
Se não houvesse acontecido o golpe militar em março de 1964, o candidato natural da oposição ao PSD teria sido o combativo deputado federal Neiva Moreira. Ele foi cassado pelos militares e diante de um discurso oportunista e oposicionista, muitas lideranças que combatiam historicamente o PSD e o vitorinismo, acabaram ficando sem opção e votaram em Sarney, que se tornou governador do Maranhão aos 35 anos de idade como candidato das oposições.
Entre os militares que estiveram no Maranhão para exigir votos a Sarney, estavam dois jovens oficiais, que logo depois seriam generais de quatro estrelas, João Figueiredo e Dilermando Monteiro.
Engenheiro do Ita comenta o apagão
E-mail de um amigo Engenheiro do ITA sobre o último apagão!!!
"O maior apagão da história. Já é anunciado como o 4º e de pequena monta.
Dilma sumiu. Nas últimas oito semanas não deixou de aparecer em nenhum encontro desde aulas de bordado inglês à formatura de jardim de infância. Hoje, sumiu, escafedeu-se, foi para outra dimensão. Não deve acreditar no poder do "teflon". Mal sinal, mostra não ter fé e sem ela a coisa desanda.
Mas, como temos que conviver com a desgraça seguimos em frente. O Simão vai ter um prato cheio amanhã. A entrevista inicial foi na Bandnews às 17h00, estava indo para casa e já peguei iniciada. Um cidadão de formação humilde e de forte sotaque do oeste paulista estava sendo entrevistado.
De repente descubro ser o prefeito de Itaberá em toda a sua simplicidade e franqueza:
- Então o Sr. não foi prejudicado pelo apagão?
“ Não!!, sentimos oscilações, mas a nossa cidade não foi atingida por nenhum apagão. Pude acompanhar tudo pela televisão e pelo rádio e fiquei até de madrugada atendendo telefonemas e respondendo a mesma coisa. Não tive nenhuma informação adicional porque nem fazia sentido incomodar as pessoas se tudo estava normal em Itaberá e também nas cidades vizinhas que mantive contatos.”
Mais 2 horas e agora vem o relato oficial na GloboNews e ao vivo na BandNews com o Lobão e uma entrevista com o presidente da Itaipú.
A culpa foram os raios e ventos ENTRE Ivaiporã e Itaberá e de Itaberá a Tijuco gerando uma falha tripla. O presidente de Itaipú no alto de sua sapiência técnica sai com a grande pérola, dizendo que o homem ainda não conseguiu dominar o clima e como todos podem notar as mudanças climáticas estão causando danos que não podem ser previstos e emendou:
"Temos que nos conformar".
Aí veio a "buemba, buemba" em nova entrevista com o prefeito Walter Sergio de Souza Almeida: "Tivemos muitos problemas, a população ouviu estrondos e há relatos de bolas de fogo na subestação. Não quero mais falar sobre isso"...
No Estadão, ainda às 19 horas saiu a seguinte nota:
"Durante a entrevista, Lobão disse que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) confirma a ocorrência dos fenômenos atmosféricos na região de Itaberá, no interior paulista. O prefeito da cidade, Walter Sergio de Souza Almeida (DEM), porém, afirmou que não "sabia que o ocorrido tinha a ver com Itaberá."
"Aqui não faltou luz e só aconteceu uma pequena falha", disse Almeida. Segundo relato do prefeito e de moradores do município, as condições do tempo estavam normais ontem à noite.
Mais cedo, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o apagão não foi provocado pelo mau tempo.
Acho que achamos a Dilma. Ela está na outra Itaberá aquela onde choveu, cairam raios de padrão australiano e tornados padrão Greensburg, Kansas.
Outro assunto que faz qualquer engenheiro ficar corado de vergonha é chamar de falha tripla um sistema que possui 2 linhas de transmissão paralelas e seguindo a mesma rota, sendo que a mesma linha foi interrompida 2 vezes. Isso é falha dupla (forçando a barra) e não pode ser considerada contingência. Engenheiros de redes sabem muito bem que isso é a falácia de usar balanceamento como contingência, só dá m... se não for dimensionada de acordo, pois é um canal multilink agregado aos mesmos pontos de presença.
Se a Internet fosse gerida por esse povinho não ficava de pé 24 horas.
O outro problema que coraria o meu velho Prof. e chefe Antonio Salles Campos Filho é que a malha de controle está sem compensação. Em software de redes isso é trivial, não há convergência e o sistema oscila como foi observado. Adicionalmente, não houve a compensação de métrica com a demanda de cada circuito. Se não havia energia deve-se calcular a métrica de distribuição mais adequada e fechar as rotas de menor importância em passos. Entretanto, o sistema mostrou que tenta distribuir o que sobrou para todo mundo como se pudesse e tudo alarma nas subestações terciárias, quaternárias e assim os alarmes vão se realimentando e tudo se desliga... até Angra desligou. Falta um belo BGP misturado com Spanning-Tree no sistema.
Em suma:
a) Não foi nada disso;
b) Se caiu raio não devia derrubar, se ventou não devia derrubar se fosse assim o Canadá, EUA, China, Japão não teriam energia elétrica entre Julho / Novembro. A Indía nas monções ficariam só com velas. E não adianta dizer que a energia é mais distribuída porque no Canadá e na China a matriz geradora é bem concentrada;
c) O sistema não tem contingência. Usam balanceamento em canais paralelos alimentando as mesmas subestações ou até subestações diferentes, mas em rotas geográficas idênticas. Falha grosseira e denota total falta de investimentos;
d) O software e sistema de controle está ultrapassado e com tempos de resposta inadequados. As linhas estão congestionadas e com pouca capacidade de aguentar variações. Estão operando em valores próximos dos limites e a instabilidade realimenta a malha de controle. É inconcebível o sistema ter chegado por proteção a desconectar Angra I e II, assim como, geradoras menores de SP;
e) O sistema mais seguro do mundo e que nunca mais iria dar apagão deu apagão no mês seguinte à declaração. Propaganda é o nome disso, farsa e deboche é o nome do que estão tentando justificar;
f) O relatório apresentado de falha tripla é uma total incoerência. Se fossemos sérios, os engenheiros deste país deveriam em nota oficial desmentir isso para impedir que sejamos vistos como imbecis perante o mundo. Isso foi falha simples, em circuito sem contingência, sobrecarregado e com sistema de automação inadequado em tempo de resposta e malha de controle.
Pronto, fim da farsa e vamos ver quando o portal da dimensão Itaberá volta a abrir, vomitando a Dilma."
"O maior apagão da história. Já é anunciado como o 4º e de pequena monta.
Dilma sumiu. Nas últimas oito semanas não deixou de aparecer em nenhum encontro desde aulas de bordado inglês à formatura de jardim de infância. Hoje, sumiu, escafedeu-se, foi para outra dimensão. Não deve acreditar no poder do "teflon". Mal sinal, mostra não ter fé e sem ela a coisa desanda.
Mas, como temos que conviver com a desgraça seguimos em frente. O Simão vai ter um prato cheio amanhã. A entrevista inicial foi na Bandnews às 17h00, estava indo para casa e já peguei iniciada. Um cidadão de formação humilde e de forte sotaque do oeste paulista estava sendo entrevistado.
De repente descubro ser o prefeito de Itaberá em toda a sua simplicidade e franqueza:
- Então o Sr. não foi prejudicado pelo apagão?
“ Não!!, sentimos oscilações, mas a nossa cidade não foi atingida por nenhum apagão. Pude acompanhar tudo pela televisão e pelo rádio e fiquei até de madrugada atendendo telefonemas e respondendo a mesma coisa. Não tive nenhuma informação adicional porque nem fazia sentido incomodar as pessoas se tudo estava normal em Itaberá e também nas cidades vizinhas que mantive contatos.”
Mais 2 horas e agora vem o relato oficial na GloboNews e ao vivo na BandNews com o Lobão e uma entrevista com o presidente da Itaipú.
A culpa foram os raios e ventos ENTRE Ivaiporã e Itaberá e de Itaberá a Tijuco gerando uma falha tripla. O presidente de Itaipú no alto de sua sapiência técnica sai com a grande pérola, dizendo que o homem ainda não conseguiu dominar o clima e como todos podem notar as mudanças climáticas estão causando danos que não podem ser previstos e emendou:
"Temos que nos conformar".
Aí veio a "buemba, buemba" em nova entrevista com o prefeito Walter Sergio de Souza Almeida: "Tivemos muitos problemas, a população ouviu estrondos e há relatos de bolas de fogo na subestação. Não quero mais falar sobre isso"...
No Estadão, ainda às 19 horas saiu a seguinte nota:
"Durante a entrevista, Lobão disse que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) confirma a ocorrência dos fenômenos atmosféricos na região de Itaberá, no interior paulista. O prefeito da cidade, Walter Sergio de Souza Almeida (DEM), porém, afirmou que não "sabia que o ocorrido tinha a ver com Itaberá."
"Aqui não faltou luz e só aconteceu uma pequena falha", disse Almeida. Segundo relato do prefeito e de moradores do município, as condições do tempo estavam normais ontem à noite.
Mais cedo, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o apagão não foi provocado pelo mau tempo.
Acho que achamos a Dilma. Ela está na outra Itaberá aquela onde choveu, cairam raios de padrão australiano e tornados padrão Greensburg, Kansas.
Outro assunto que faz qualquer engenheiro ficar corado de vergonha é chamar de falha tripla um sistema que possui 2 linhas de transmissão paralelas e seguindo a mesma rota, sendo que a mesma linha foi interrompida 2 vezes. Isso é falha dupla (forçando a barra) e não pode ser considerada contingência. Engenheiros de redes sabem muito bem que isso é a falácia de usar balanceamento como contingência, só dá m... se não for dimensionada de acordo, pois é um canal multilink agregado aos mesmos pontos de presença.
Se a Internet fosse gerida por esse povinho não ficava de pé 24 horas.
O outro problema que coraria o meu velho Prof. e chefe Antonio Salles Campos Filho é que a malha de controle está sem compensação. Em software de redes isso é trivial, não há convergência e o sistema oscila como foi observado. Adicionalmente, não houve a compensação de métrica com a demanda de cada circuito. Se não havia energia deve-se calcular a métrica de distribuição mais adequada e fechar as rotas de menor importância em passos. Entretanto, o sistema mostrou que tenta distribuir o que sobrou para todo mundo como se pudesse e tudo alarma nas subestações terciárias, quaternárias e assim os alarmes vão se realimentando e tudo se desliga... até Angra desligou. Falta um belo BGP misturado com Spanning-Tree no sistema.
Em suma:
a) Não foi nada disso;
b) Se caiu raio não devia derrubar, se ventou não devia derrubar se fosse assim o Canadá, EUA, China, Japão não teriam energia elétrica entre Julho / Novembro. A Indía nas monções ficariam só com velas. E não adianta dizer que a energia é mais distribuída porque no Canadá e na China a matriz geradora é bem concentrada;
c) O sistema não tem contingência. Usam balanceamento em canais paralelos alimentando as mesmas subestações ou até subestações diferentes, mas em rotas geográficas idênticas. Falha grosseira e denota total falta de investimentos;
d) O software e sistema de controle está ultrapassado e com tempos de resposta inadequados. As linhas estão congestionadas e com pouca capacidade de aguentar variações. Estão operando em valores próximos dos limites e a instabilidade realimenta a malha de controle. É inconcebível o sistema ter chegado por proteção a desconectar Angra I e II, assim como, geradoras menores de SP;
e) O sistema mais seguro do mundo e que nunca mais iria dar apagão deu apagão no mês seguinte à declaração. Propaganda é o nome disso, farsa e deboche é o nome do que estão tentando justificar;
f) O relatório apresentado de falha tripla é uma total incoerência. Se fossemos sérios, os engenheiros deste país deveriam em nota oficial desmentir isso para impedir que sejamos vistos como imbecis perante o mundo. Isso foi falha simples, em circuito sem contingência, sobrecarregado e com sistema de automação inadequado em tempo de resposta e malha de controle.
Pronto, fim da farsa e vamos ver quando o portal da dimensão Itaberá volta a abrir, vomitando a Dilma."
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Notas vespertinas
Ninguém viu!
A representante da Defesa Civil do Governo Lula, Daniela Lopes, disse recentemente que a União repassou cerca de R$ 120 milhões para o Estado do Maranhão, gestão da Governadora Sarney, aplicar e investir nos municípios atingidos pela enchente de 2009. Nem o mais sarneysista dos prefeitos da região atingida pelas águas confirmou o recebimento de parcelas deste dinheiro.
Zéquinha bilhão...
E pensar que o mano deputado da governadora Sarney chegou a propor que Lula liberasse R$ 1 bilhão, isso mesmo, R$ 1.000.000.000,00 para resolver os problemas e mazelas deixadas pelas chuvas torrenciais que atingiram o Maranhão.
Promessa não cumprida
A governadora biônica assim que tomou de assalto o posto do legítimo governador do Maranhão em abril passado, prometeu uma tal de Bolsa-Enchente que seria uma ajuda financeira fixa concedida em três parcelas mensais para cada família atingida pelas chuvas.
Promessa não cumprida 2
Estima-se que 80% das famílias que mora no município de Trizidela do Vale, que ficou completamente submerso pelas águas do Rio Mearin, se cadastrou na Bolsa-Enchente. Quando deputados e assessores da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Federal, presidida pelo deputado federal Roberto Rocha (PSDB-MA), estiveram recentemente no município, eles saíram pelas ruas para conversar com populares. Perguntaram quem estava recebendo a Bolsa-Enchente e não encontram nem cinco famílias beneficiadas.
Calma São Pedro
Para alívio das famílias humildes do interior do Maranhão que moram próximas aos rios que cortam o Estado, a previsão do IMPE para 2010 é de que o regime de chuvas será bem menor do que o registrado em 2009.
Barragem ao Deus dará!
A Barragem das Flores, localizada no município de Joselândia, está sem manutenção e sua estrutura está completamente comprometida. A responsabilidade da barragem é do DNOCS, mas a Governadora Sarney está ciente do problema.
A representante da Defesa Civil do Governo Lula, Daniela Lopes, disse recentemente que a União repassou cerca de R$ 120 milhões para o Estado do Maranhão, gestão da Governadora Sarney, aplicar e investir nos municípios atingidos pela enchente de 2009. Nem o mais sarneysista dos prefeitos da região atingida pelas águas confirmou o recebimento de parcelas deste dinheiro.
Zéquinha bilhão...
E pensar que o mano deputado da governadora Sarney chegou a propor que Lula liberasse R$ 1 bilhão, isso mesmo, R$ 1.000.000.000,00 para resolver os problemas e mazelas deixadas pelas chuvas torrenciais que atingiram o Maranhão.
Promessa não cumprida
A governadora biônica assim que tomou de assalto o posto do legítimo governador do Maranhão em abril passado, prometeu uma tal de Bolsa-Enchente que seria uma ajuda financeira fixa concedida em três parcelas mensais para cada família atingida pelas chuvas.
Promessa não cumprida 2
Estima-se que 80% das famílias que mora no município de Trizidela do Vale, que ficou completamente submerso pelas águas do Rio Mearin, se cadastrou na Bolsa-Enchente. Quando deputados e assessores da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Federal, presidida pelo deputado federal Roberto Rocha (PSDB-MA), estiveram recentemente no município, eles saíram pelas ruas para conversar com populares. Perguntaram quem estava recebendo a Bolsa-Enchente e não encontram nem cinco famílias beneficiadas.
Calma São Pedro
Para alívio das famílias humildes do interior do Maranhão que moram próximas aos rios que cortam o Estado, a previsão do IMPE para 2010 é de que o regime de chuvas será bem menor do que o registrado em 2009.
Barragem ao Deus dará!
A Barragem das Flores, localizada no município de Joselândia, está sem manutenção e sua estrutura está completamente comprometida. A responsabilidade da barragem é do DNOCS, mas a Governadora Sarney está ciente do problema.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Hebe apresenta Pixinguinha a Chico, que canta com Donga
Alguns anos atrás, na década de 90, a apresentadora do SBT, Hebe Camargo, recebeu em seu programa a rainha dos baixinhos da Globo, Xuxa Meneghel.
No vídeo Hebe relembra dois momentos marcantes de seu programa na TV Record, na década de 60: em 1966, quando ela apresentou Chico Buarque de Holanda ao mestre Pixinguinha e depois Chico e Donga cantaram juntos a música "Pelo telefone", onde se vê um Chico super-tímido e um Donga extrovertido e brincalhão que até ensaiou uns passos de samba.
Em seguida, Hebe relembra o encontro de Agostinho dos Santos com Jonnhy Mathis em 1964 na TV Record cantando juntos por alguns segundos:
Aproveito a oportunidade para mostrar na íntegra a dupla Chico e Donga cantando "Pelo Telefone" no programa de Hebe Camargo, que na época era exibido na TV Record.
Foi o encontro de três gênios da música popular brasileira e como se as décadas de 30, 40 e 50, estivessem se fundindo com as décadas de 60,70,80,90 e os anos do terceiro milênio.
Fantástico e imperdível!
No vídeo Hebe relembra dois momentos marcantes de seu programa na TV Record, na década de 60: em 1966, quando ela apresentou Chico Buarque de Holanda ao mestre Pixinguinha e depois Chico e Donga cantaram juntos a música "Pelo telefone", onde se vê um Chico super-tímido e um Donga extrovertido e brincalhão que até ensaiou uns passos de samba.
Em seguida, Hebe relembra o encontro de Agostinho dos Santos com Jonnhy Mathis em 1964 na TV Record cantando juntos por alguns segundos:
Aproveito a oportunidade para mostrar na íntegra a dupla Chico e Donga cantando "Pelo Telefone" no programa de Hebe Camargo, que na época era exibido na TV Record.
Foi o encontro de três gênios da música popular brasileira e como se as décadas de 30, 40 e 50, estivessem se fundindo com as décadas de 60,70,80,90 e os anos do terceiro milênio.
Fantástico e imperdível!
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