Não podemos esquecer que Fernado Sarney foi presidente da CEMAR de Março de 1983 a Abril de 1990 e que na época da venda da empresa, quando Fernando recebeu milhões de dólares como intermediário do negócio, a empresa era estatal e estávamos em pleno governo de sua irmã, Roseana Sarney.
Isso no Brasil é crime e se chama c orrupção passiva.
Leia a matéria de Luís Cardoso:
"Para evitar incômodos com a justiça suíça, o empresário Fernando Sarney declarou nos autos do processo naquele país que os valores encontrados em conta da Lithia, off-shore, em seu nome e em nome da sua esposa, Tereza Sarney Murad, são fruto de pagamentos por intermediação na Venda da Cemar, durante o governo de sua irmã, Roseana Sarney.
Parte dos valores, cerca de 13 milhões de dólares da conta da Lithia, conforme descoberto em investigações na Suíça, foi transferida para o Lienchenteinstein, um principado independente.

O fato não é crime na Suíça, pois se trata de lobby, profissão regulamentada no exterior, mas no Brasil, onde o caso consta nos autos da Justiça Federal, é crime por corrupção passiva.
A Cemar era empresa pública durante a gestão de Roseana Sarney e foi vendida ao banco Pontual.
No exterior já foram encontrados cerca de R$ 54 milhões em contas do empresário Fernando Sarney."
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