Um grupo de jovens do Maranhão e da Bahia trocou, neste sábado, experiência sobre a situação política nos dois estados. A Bahia, a exemplo do Maranhão, também era governado por um grupo político denominado de “carlismo”, cujo líder era o Antonio Carlos Magalhães e, atualmente, é administrado pelo governador do PT, Jacques Wagner eleito em 2006 e que concorre à reeleição.
“Nós conseguimos aqui vocês conseguirão também aí no Maranhão”, afirmaram os jovens baianos, por meio de videoconferência. O encontro foi denominado de Conexão Vermelha Brasil pelo Maranhão. A Bahia foi o primeiro estado a participar do movimento. Outros lugares também deverão se mobilizar.
Os jovens maranhenses relataram o andamento da campanha e criticaram a situação do estado maranhense, que amarga há décadas os piores indicadores sociais e econômicos do país. “
Estamos aqui nessa luta para eleger o Flávio Dino porque queremos mudar o nosso estado. Melhorar a nossa educação”, disse o presidente da UJS, Henrique Carneiro. Outro jovem maranhense, Ednaldo, falou sobre a situação das escolas do Maranhão que, segundo ele,
“estão em situação precária. Faltam professores e os poucos que têm não passam por qualificação profissional. Estamos na época do quadro de giz”, comparou.
Em seguida, foi a vez de os jovens baianos relatarem sua experiência acerca da situação política do estado. Eles disseram que a juventude teve um papel importante em 2006, pois foram às ruas para mobilizar a população baiana pela mudança.
“Fizemos passeatas, conversamos com os estudantes, fizemos um grande movimento pela eleição de Jacques Wagner. O mesmo pode acontecer no Maranhão com a eleição de Flávio Dino”, afirmaram.
Para o líder estudantil André Vital, o encontro foi bastante proveitoso, pois motiva ainda mais a juventude em defesa da candidatura de Flávio Dino. Ele destacou, ainda, a importância da internet como meio capaz de potencializar a campanha e democratizar a informação.
“Abraçamos de vez a internet, produzindo conteúdo e realizando uma campanha limpa em defesa da mudança do Maranhão"m, afirmou.
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